terça-feira, 5 de novembro de 2013

IRINA BLOOM

 
Depois de muita expectativa, atrasos e demora, IRINA BLOOM  saiu! :) Irina Bloom é meu quarto livro e um dos que mais demoraram a sair.
 
O livro foi produzido em pequena tiragem e edição especial de luxo.
 
Ilustrado com fotos de Portugal e belamente impresso, IRINA retrata a experiência que tive durante o ano em que morei do outro lado do oceano. Embora os personagens do livro sejam fictícios, os dilemas e questionamentos de Irina são reais.
 

Essa obra levará o leitor a uma inesquecível viagem a Portugal e aos caminhos da erudição!
 
      SINOPSE:
 
Irina Bloom é um texto curto, inspirado pelo estudo que fiz de “short stories” inglesas, escocesas e francesas dos séculos XIX a XXI. Esse texto teve 100% de aprovação dos leitores críticos após análise do original.
A diplomata brasileira Irina Bloom sofre uma profunda decepção ao descobrir, num evento de recepção para os grandes líderes mundiais, que nenhum dos ministros e presidentes presentes cultuavam o hábito da leitura. Num ato de desespero quase cômico, Irina demite-se do cargo diplomático e emigra para Portugal na tentativa de encontrar as cabeças pensantes da sua geração.
Desiludida com o senso comum dos brasileiros que só se ocupam de samba, futebol e outras futilidades, Irina vai para a Europa apenas para descobrir que o ser humano é exatamente igual em qualquer país, pois a condição humana é um fio que nos liga e faz de todos nós um só. Durante esta jornada Irina fica amiga de um  velho e rabugento ex-cônsul português proprietário de uma editora excêntrica que vai encantar o leitor. A jovem diplomata também vai conhecer um quarteto de jovens artistas europeus que vão iniciá-la numa discussão divertida e filosófica sobre a importância da literatura clássica e moderna. Irina acaba por fazer as pazes com sua nação e descobre que a literatura deve servir à vida, e não o contrário.
Uma obra divertida, poética, provocadora, polêmica e adulta. Uma declaração de amor explícita à literatura, aos autores clássicos e contemporâneos e, principalmente, um manifesto de amor e respeito por todas as nações.
 


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